Rotina & Equilíbrio… é difícil conciliar? E integrar?

A dificuldade em conciliar e encontrar o equilíbrio entre os nossos diversos papeis na vida é, muitas vezes para a maioria de nós, um tema de conversa que acaba geralmente por ser finalizado com um longo suspiro, sinal de que esse desejado equilíbrio é visto como uma miragem muito difícil de ser alcançado.

O tema work-life balance, precisamente o equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal, tem ao longo dos últimos anos, despertado muito interesse porque refere-se a uma necessidade básica comum, que nos envolve durante um período longo da vida da maioria de nós.

Este mix de papeis contempla o nosso papel de sermos filhos e também de podermos ser pais, companheiros, trabalhadores, amigos, colegas, cidadãos participativos na comunidade e (muitas vezes em último) o importante papel de cuidarmos de nós próprios.

Conseguir conciliar as rotinas que digam respeito à nossa vida pessoal, familiar e profissional de uma forma saudável e equilibrada tornou-se, assim, num enorme desafio de grande exigência, não só em relação à disponibilidade de tempo mas de outras “disponibilidades” (financeira, atenção plena, etc…).

As últimas e mais recentes diretrizes europeias em relação a esta temática, no meu entender, deram um passo muito interessante. Começam agora a substituir o conceito de conciliação com o de integração, sensibilizando para o facto de que não somos partes que se devem ir encaixando e conciliando, e sim um ser inteiro que, naturalmente, tem diferentes compromissos e necessidades, conforme os diferentes papeis que vamos assumindo ao longo da vida.

As novas diretrizes alteram e enriquecem agora o discurso, relembrando que é preciso que as barreiras que a maioria dos colaboradores enfrentam sejam diluídas, de modo a que cada um se sinta respeitado como um ser inteiro: um profissional, que faz parte de uma família e que gosta de ter oportunidade de desenvolver conhecimentos técnicos e profissionais, assim como investir noutros interesses que lhe permitam manter a sanidade e o equilíbrio, sabendo-se que é um ciclo onde todos os papeis saem garantidamente beneficiados.

Portanto, para além de conciliar, é fundamental integrar.
Integrar, neste âmbito, vai significar Ser. Ser mais focado, mais motivado, mais produtivo, mais assertivo, mais feliz. Ser… humano.

Quando nasce um filho… nasce um pai e uma mãe

Quando nasce um filho nada mais será igual. Nem nada, nem nós. São momentos de transição que trazem novos compromissos e mudanças de grande impacto.  Mudanças e impactos positivos, claro está, é o que mais se deseja.

As mães, supostamente, tornam-se mais leves e, como é expectável, brevemente a sua elasticidade natural “levará tudo ao sítio”, permitindo recuperar a forma habitual e deixando para trás o “lado animal” típico de uma gravidez: os “pés de elefante”, o “andar à pinguim”… E, caso não leve ou demore mais do que é desejável, há que aprender a se respeitar e adaptar, dando tempo ao tempo, ou, se for assim uma prioridade tão grande para o próprio bem-estar, a assumir o compromisso (mais um) no sentido de se obter a forma que se deseja.

Toda a mudança (pequena ou grande) é assim: exige de nós capacidade de adaptação.

Felizmente que somos todos dotados de uma característica preciosa que denominamos de “plasticidade humana”.

Tal como a pele que é elástica e, durante todo o período de gravidez, foi-se fortalecendo e adaptando ao desenvolvimento de um novo ser, também as emoções, que nesta altura andam à flor da pele, precisam de se adaptar e fortalecer.

O nascimento de um filho é um processo de transição, mas também de ajustamento pessoal, relativamente aos papeis de pai e mãe. Papeis exigentes e desafiantes de um amor incondicional muito gratificante.

Quando nasce um filho, nasce um pai e uma mãe. Nascem novas identidades. Nascem novas relações.

Um bebé é primeiro desenhado na imaginação e quando nasce é uma nova vida que se começa a desenhar, acompanhada de outras vidas que se redesenham.

Quando nasce um filho e nasce um pai e uma mãe é necessário que estes rapidamente redesenhem as suas vidas. Que redesenhem as vidas com pinceladas de cores fresquinhas de Tranquilidade e quentinhas de Amor.

 

 

Abrandar e Focar no Essencial é… Cuidar de Nós Próprios

Cuidar de nós é, ainda e muitas vezes, considerada uma atitude egoísta ou um comportamento egocêntrico.

Equiparo àquela reação de algumas pessoas que acham estranho quando, antes de se levantar voo, ser pedido aos adultos que, em caso de emergência, coloquem primeiro a si próprios a máscara de oxigénio, e só depois a coloquem nas crianças.

Há quem faça sobrolho, demonstrando dificuldade em entender o significado desta indicação, mesmo depois de explicado…

Não deveria existir a menor dúvida de que quanto melhor nos cuidarmos, em melhores condições estamos para conviver e cuidar dos outros.

E o que significa “cuidar de nós”?
Conforme o perfil de cada um também o significado pode diferenciar-se. No entanto, na base de nos cuidarmos estará sempre: conhecermo-nos. Conhecermo-nos o melhor possível.
Conhecer o que gostamos, o que queremos, o que nos faz bem, com quem gostamos de estar.
Cuidar de nós nunca será ficar a querer o que os outros gostam, o que querem, o que lhes faz bem e com quem gostam de estar.
Cuidar de nós é respeitar quem somos, é sermos gratos pela nossa história, independentemente de qual seja. É aceitarmo-nos e acarinharmos as mudanças, mantendo-nos genuínos.

Conheça e experimente técnicas de autoconhecimento e soluções de autodesenvolvimento do meu novo projeto AQUARELA Life Design.
Redesenhe a vida e dê prioridade a si próprio.

Dê mais cor à sua vida!

Paula Jorge

Redesenhar a Vida… mantendo as cores do Verão

“Manter as cores do verão” não é manter a cor do bronzeado…

é manter as cores do verão no olhar,

é manter as cores do verão no sentir,

é resistir aquela sensação cinzenta de “lá vamos nós para a mesmíssima rotina em mais um novo ano escolar e de trabalho”,

é sair de casa todos os dias felicitando-se por se lançar em mais um dia que deseja desafiante e não entediante.

É nossa a decisão de qual cor ou cores queremos pintar os dias.

Manter as cores do verão é redesenhar a vida com cores frescas ou quentinhas, seguros e conscientes de que somos nós que temos o poder de escolher.

Conheça o mundo de soluções de autodesenvolvimento que tem ao seu dispor, redesenhe a vida e pincele novos horizontes.

Dê mais cor à sua vida!

AQUARELA Life Design

Paula Jorge