Tens Marca Pessoal?

Tens Marca Pessoal?
Sim, tens. Todos temos. Podemos não a ter construído de forma consciente ou não sabermos qual é, mas temos. Pode até não ser a marca que gostaríamos de ter, mas temos.

E não, não estou a perguntar se tens um logótipo a representar a marca de algum produto ou serviço.

E não, não é o mesmo que usar uma máscara ou representar um papel, fingindo ser quem não se é.
Isso é o que a maioria das pessoas faz, depois de deixarem de ser crianças, achando que não há outra alternativa para se ser aceite num grupo, para arranjar emprego, para manter uma relação…

Ter Marca Pessoal é o oposto. Ter Marca Pessoal é ser-se Livre. É saber quem somos e aceitar que não somos perfeitos mas que temos a capacidade de mudar e melhorar. E isso é o que existe de mais humano e genuíno. É isso que nos equilibra, dá valor, cria entusiasmo e nos realiza.

Queres redescobrir-te e começar a criar a tua Marca Pessoal?

Convido-te a fazer um exercício muito simples e fácil de fazer.

E não, isto não é mais um tipo “Segue os 3 passos para…” , blá, blá, blá…

É apenas isto:
– Observa-te.
Sem te culpabilizares, revive o dia de hoje.
– Identifica e anota uma reação que tiveste e que te desagradou, deixando-te a remoer.
– Transforma-a numa ação.
– Imagina a diferença e anota os possíveis resultados.
– Prontifica-te a substituir a reação pela ação, na primeira oportunidade que tiveres.
– Torna-te consciente e treina, treina, treina.
– Sorri de ti próprio quando vires a diferença.

Boa? Pelo que esperas?

Revela o melhor de ti.
Dá cor à vida!

2018 – Dar cor a mais vidas

Há muito que não “blogo”…
Os entendidos dizem-me que “assim mais vale não ter Blog”, acrescentando que “até parece mal não escreveres”, assim “podes dar até um ar de desleixo e abandono”… etc, etc…
(…) Dou-lhes razão. Abandonei o Blog, não vou ao Facebook… É um facto.
Mas, em forma de desculpa, posso argumentar que:

– Andei a fazer outras coisas mais interessantes… muito mais interessantes…

É melhor corrigir a frase porque pode mesmo parecer mal (até porque eu gosto muito de escrever), dizendo:

– Andei a fazer outras coisas também muito interessantes…
E isto sim, também é, de facto, um facto.

Andei a dar cor à vida de outras pessoas e também, por isso, a minha vida ganhou mais cor.

Dar cor à vida é o meu lema e cumpri-lo, ao ter a possibilidade de contribuir para que a vida dos outros se torne mais colorida, é verdadeiramente uma recompensa enriquecedora e indescritível, que até dá arrepios.

– Ah, dás cor à vida?!  Então toma lá arrepios bons que até te vão fazer os pelos pular! (de certeza que dizem os deuses brincalhões).

E Plimmmmmm. É tal e qual.  É como se existisse uma verdadeira ligação automática. Nem consigo disfarçar todos os muitos momentos em que tal acontece que, às vezes, vejo-me obrigada a partilhar com quem tenho eu à frente por não conseguir evitar o brilhante molhado do olhar …

E isto é porque observo e porque partilham comigo que, dar cor à vida de outras pessoas é ajudá-las a tornarem-se mais seguras, mais tranquilas, mais confiantes, mais pacientes, mais felizes, mais humanas…

Partilham comigo a sensação imediata e comum do ganho de mais clareza no olhar…ficando com mais certezas do que querem e como o querem alcançar…

Partilham comigo que ficam a sentir-se pessoas mais equilibradas e preparadas para as famosas tiradas de tapete debaixo dos pés…

Desabafam comigo que conhecem muuuuitas pessoas que precisavam de colorir também  a sua vida… e que, se calhar, há tantas outras que gostavam mesmo de o fazer.

Sou desafiada, constantemente, com uma questão incómoda de  “porque evito de divulgar que dou cor à vida?” , “porque não faço por isso?” Porque… justificam de imediato, sabendo muito bem onde se estão a meter … “porque, se o fizer, vou conseguir ajudar muito mais pessoas”.

Ah, o que foram dizer. Não se metam comigo. Eu gosto de desafios.

Isso significará “Dar cor a mais vidas”?!

Mas isso será muito bom. Ajudar mais pessoas a tornam-se melhor  conhecedoras de si próprias, mais tolerantes com os outros, mais conscientes do valor que têm, mais envolvidas com o mundo real e mais despertas para o que realmente importa.

O que me impede? O que me falta para começar?!

Plimmmmmm!

(humm…malandrecos dos deuses…)